OAB/PR nº 91.783 · Direito de Família

Divórcio Judicial

Divórcio, Guarda dos Filhos, Pensão Alimentícia e Partilha de Bens

Atuação jurídica completa para quem precisa resolver questões familiares e patrimoniais decorrentes da separação, com orientação estratégica e acompanhamento em todas as etapas do processo.

Todo o Brasil
Consensual e litigioso
Guarda, convivência e alimentos
Partilha de bens e patrimônio
Dra. Simone Joyci Herbst — Divórcio Judicial
Dra. Simone Joyci Herbst OAB/PR Nº 91.783 · Direito de Família
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Família e
Patrimônio e filhos
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Quando o divórcio precisa ser resolvido judicialmente?

Nem toda separação pode ser formalizada em cartório. Em diversas situações, é necessária a intervenção do Poder Judiciário para assegurar direitos relacionados aos filhos, ao patrimônio do casal e às obrigações decorrentes do término da relação. O processo judicial permite tratar de forma conjunta todas as questões relevantes da dissolução do casamento ou da união estável, proporcionando uma solução juridicamente segura para a reorganização da vida familiar.

Situações mais comuns

Quando o divórcio judicial é necessário?

  • Não existe acordo entre as partes
  • Há filhos menores de idade
  • Existem divergências sobre guarda ou convivência
  • Há discussão sobre pensão alimentícia
  • Existe conflito na divisão dos bens
  • Um dos cônjuges se recusa a colaborar
  • Há necessidade de medidas urgentes para proteção de direitos
Resolvido no mesmo processo

Questões tratadas conjuntamente

  • Dissolução do casamento ou união estável
  • Guarda compartilhada ou unilateral
  • Regulamentação da convivência dos filhos
  • Pensão alimentícia
  • Partilha de bens e patrimônio
  • Uso do sobrenome de casado
  • Definição das responsabilidades parentais
Principais temas

O que pode ser resolvido no processo

Cada família tem uma dinâmica própria. O processo judicial permite tratar todas as questões com a profundidade e o cuidado que cada caso exige.

Divórcio com Filhos Menores

Quando existem filhos menores, o processo judicial possibilita a formalização da guarda, da convivência familiar e dos alimentos de forma compatível com as necessidades da criança ou adolescente e com as condições dos genitores. O melhor interesse dos filhos é o princípio que orienta todas as definições.

Partilha de Bens

A divisão do patrimônio dependerá do regime de bens adotado e das circunstâncias específicas de cada caso. Imóveis, veículos, investimentos, empresas, quotas societárias e demais bens podem integrar a partilha, exigindo análise jurídica adequada para preservação dos direitos de cada parte.

Pensão Alimentícia

A fixação dos alimentos leva em conta as necessidades de quem recebe e as possibilidades de quem paga. O acompanhamento jurídico garante que o valor estabelecido seja adequado e que os direitos dos filhos — e eventualmente do ex-cônjuge — sejam devidamente resguardados.

Guarda e Convivência

A guarda compartilhada é a regra no direito brasileiro, mas a guarda unilateral pode ser adequada em determinadas situações. A regulamentação da convivência — os chamados "dias de visita" — busca preservar o vínculo afetivo entre filhos e ambos os genitores.

União Estável

A dissolução de união estável também pode ser conduzida judicialmente, especialmente quando há filhos menores, conflitos sobre patrimônio ou ausência de consenso. Os direitos dos companheiros são equiparados aos dos cônjuges em diversas situações legais.

Medidas Urgentes

Em situações que exigem proteção imediata — como alimentos provisionais, regulamentação provisória de guarda ou medidas cautelares — o processo judicial permite agir com rapidez para resguardar os direitos das partes e dos filhos desde o início do procedimento.

Sem acordo

Divórcio Litigioso

Mesmo quando não há consenso entre os cônjuges, o divórcio pode ser requerido judicialmente. A falta de concordância da outra parte não impede a dissolução do vínculo matrimonial — o divórcio é um direito potestativo, garantido pela Emenda Constitucional nº 66/2010.

Cabe ao Judiciário analisar as questões controvertidas relacionadas aos filhos, alimentos e patrimônio, buscando uma solução que preserve os direitos de todas as partes envolvidas, especialmente dos filhos menores.

Com acompanhamento jurídico especializado, mesmo os processos litigiosos podem ser conduzidos de forma estratégica e eficiente, buscando soluções consensuais ao longo do processo quando as circunstâncias permitirem.

Meu cônjuge não quer se divorciar. O que fazer?

Você pode propor a ação de divórcio unilateralmente, sem a necessidade de concordância da outra parte. O juiz decretará o divórcio independentemente da vontade do réu. As questões relativas a filhos, alimentos e bens serão decididas ao longo do processo, com ou sem o acordo da outra parte.

Passo a passo

Como funciona o processo

Cinco etapas para conduzir seu divórcio judicial com segurança, estratégia e acompanhamento especializado em todas as fases.

Etapa 01

Análise Inicial do Caso

Avaliação da situação familiar, patrimonial e das medidas necessárias para proteção dos direitos envolvidos — filhos, alimentos e bens.

Etapa 02

Planejamento Jurídico

Definição da estratégia processual e dos pedidos relacionados ao divórcio, guarda, convivência, alimentos e partilha de bens.

Etapa 03

Propositura da Ação

Elaboração e protocolo da ação judicial, com os pedidos adequados ao caso e a documentação necessária para embasar a demanda.

Etapa 04

Acompanhamento Processual

Representação jurídica integral durante todas as fases do processo — audiências, manifestações, perícias e demais atos processuais.

Etapa 05

Formalização das Definições

Implementação das decisões ou acordos: averbação do divórcio, partilha de bens, registro da guarda e demais providências finais.

Quem já passou por aqui

O que nossos clientes dizem

5,0 ★★★★★ 12 avaliações · Google
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"Descomplica o complicado, resolve o que tem que ser feito. Nota 10."
Mateus Claudino
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"A Dra. Simone tornou o processo muito mais tranquilo e rápido do que imaginávamos. Recomendo!"
Júnior Silva
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"Dra. Simone, muito atenciosa e competente na forma que me orientou!"
Patrícia Santos
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Dúvidas frequentes

Perguntas que todo mundo faz

Respondemos as dúvidas mais comuns para você chegar ao primeiro contato já com mais segurança.

Posso me divorciar mesmo que meu cônjuge não concorde?
+
Sim. O divórcio é um direito potestativo e não depende da concordância da outra parte. Você pode propor a ação unilateralmente e o juiz decretará o divórcio independentemente da vontade do réu. As demais questões — filhos, alimentos e bens — serão definidas ao longo do processo.
Posso pedir guarda e pensão no mesmo processo?
+
Sim. As questões relacionadas aos filhos normalmente podem ser tratadas conjuntamente com o pedido de divórcio. Em alguns casos, é possível solicitar medidas provisórias de guarda e alimentos logo no início do processo, garantindo proteção imediata.
Quem fica com os bens adquiridos durante o casamento?
+
A resposta depende do regime de bens adotado e das características específicas do patrimônio. No regime mais comum — comunhão parcial de bens — os bens adquiridos durante o casamento são divididos igualmente. Cada caso exige análise individualizada para identificar o que integra ou não a partilha.
Quanto tempo demora um divórcio judicial?
+
O prazo varia conforme a existência de acordo, a complexidade patrimonial, as questões relacionadas aos filhos e a pauta do juízo. Processos consensuais costumam ser mais rápidos. Em casos litigiosos, o prazo pode ser maior, dependendo das questões controvertidas e da produção de provas necessária.
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